- Capítulo 24 - Sectumsempra
Exausto, mas satisfeito com o trabalho noturno, Harry contou a Rony
e Hermione tudo que aconteceu durante a lição de Feitiços da manhã
(estavam lançando o feitiço Muffliato sobre quem estava perto). Eles
estavam muito impressionados com o caminho que ele usou para descobrir
a memória apagada de Slughorn e positivamente aterrorizados quando ele
contou sobre os Hurcruxes de Voldemot e a promessa de Dumbledore de
deixá-lo só, enquanto ele procura pelos outros.
"Uau!", disse Rony,
quando Harry finalmente terminou de contar tudo. Rony estava movendo
sua mão muito vagamente na direção do teto sem prestar a mínima atenção
com o que estava fazendo. "Uau!". Você junto de Dumbledore ...e tentar
e destruir ... uau!
"Rony, você está criando esta neve", disse
Hermione pacientemente, segurando o seu pulso e afastando-o do teto do
qual, antes vazio, grandes flocos brancos estavam começando a cair.
Lilá Brown, Harry notou, fuzilava Hermione numa mesa vizinha com os
olhos vermelhos, e Hermione imediatamente soltou o braço de Rony."Oh ,
sim!" disse Rony, olhando para baixo de seu corpo com vaga surpresa.
"Desculpem-me ... ehrr... olhem como estamos com uma caspa terrível
agora ..."
Ele escovou alguma neve falsificada dos ombros de
Hermione e Lilá explodiu em lágrimas... Rony olhou imensamente culpado
e se virou de costas para ela. "Nós brigamos", ele disse a Harry com o
canto de sua boca, "Na última noite, quando ela me viu sair do
dormitório com Hermione. Logicamente ela não pode te ver, assim pensou
que tinha saído apenas nós dois".
"Ah!" disse Harry. "Bem – pelo
menos você não terminou né?”, “Não” admitiu Rony. "Era ruim enquanto
ela estava gritando, mas ao menos eu não tive que terminar.".
"Covarde!"
disse Hermione, entretanto, ela olhou feliz. "Bem, hoje não foi uma boa
noite para romances. Gina e Dino também terminaram, Harry.".
Harry
pensou ter visto no olhar de Hermione algo indicativo e malicioso
quando ela lhe falou isto, mas Hermione não tinha a possibilidade de
descobrir que, intimamente, ele dançava uma conga. Manteve sua face
imóvel e com uma voz indiferente e fria, ele perguntou "E como foi
isso?"
"Oh! algo realmente tolo... ela disse que ele sempre cismava
em levá-la até passar pela entrada do retrato, como se ela não pudesse
fazer por ela sozinha... mas eles estavam por um fio há muito tempo.".
Harry lançou um olhar sobre Dino no outro lado da classe. Ele certamente estava parecendo infeliz.
"Claro! Isso te coloca em um pequeno dilema, não é mesmo?" disse Hermione.
"O quê você quer dizer com isso?", disse Harry rapidamente.
"O
time de quadribol", disse Hermione. "Se Gina e Dino não estão se
falando...."."Oh! Oh! Claro!" disse Harry."Flitwick", disse Rony em tom
de alarme. O pequeno mestre de Feitiços estava se vindo para eles, e
Hermione era a única que conseguiu transformar o vinagre em vinho; seu
frasco de vidro estava cheio de um líquido carmesim profundo, enquanto
o de Harry e Rony permanecia marrom vergonhoso."Agora, agora, garotos!"
murmurou o Professor Flitwick reprovadamente. "Um pouco menos de
conversa, e um pouco mais de ação ... Deixem-me ver vocês dois
tentarem..."
Juntos eles levantaram suas varinhas, concentraram
todos os seus poderes, e apontaram para seus frascos. O vinagre de
Harry se transformou em gelo; o frasco de Rony explodiu.
"Sim...
lição de casa" disse o Professor Flitwick, reaparecendo debaixo da mesa
e limpando os cacos do alto de seu chapéu, "prática.".
Eles tiveram
um de seus raros períodos livres depois de Feitiços e voltaram para a
classe juntos. Rony pareceu positivamente aliviado sobre o fim de seu
relacionamento com Lilá, e Hermione pareceu adorável, também, embora
quando ele lhe perguntou o por que da felicidade, ela simplesmente
dizia "Hoje é um bom dia!". Nenhum deles, porém, perceberam a batalha
feroz que se passava dentro da cabeça de Harry:
Ela é irmã do Rony...
Mas ela acabou com Dino!
Mas ela continua sendo irmã do Rony!
Mas eu sou seu melhor amigo!
Mas isso só piora!
E se eu falar com ele primeiro -
Ele vai te socar.
E se eu não me importar?
Ele é seu melhor amigo!...
Harry
já havia entrado no buraco do retrato da sala comunal ensolarada quando
percebeu, vagamente, um pequeno grupo de alunos do sétimo ano juntos,
enquanto Hermione gritava: "Katie! Você voltou! Você está bem?".Harry
parou: Era certamente Katie Bell, o olhando completamente recuperada e
cercada por seus amigos."Estou realmente bem!" ela disse alegremente.
"Eles deixaram-me sair de St. Mungos no domingo, eu fiquei um par de
dias em casa com mamãe e com papai e então voltei para cá nesta manhã.
Leanne estava justamente me contando sobre MacLaggen e o último jogo,
Harry...".
"Sim", disse Harry, "bem, agora que você voltou e Rony
melhorou, nós teremos uma chance decente de arrasar a Corvinal, acho
que nós ainda podemos estar na corrida para a Taça. Ouça, Katie..."
Ele
explicou a questão, até então. Sua curiosidade até fez com que Gina
saísse de sua cabeça temporariamente. Ele deixou cair sua voz quando os
amigos de Katie começaram a apanhar suas coisas; aparentemente eles
teriam aulas de Transfiguração mais tarde."... o colar ... você pode
relembrar quem o entregou agora?""Não", disse Katie, balançando
penosamente a cabeça. "Todos tem me perguntado, mas não consegui
nenhuma pista. A última coisa que eu me lembro era que estava andando
dentro do banheiro das meninas no Três Vassouras.".
"Você entrou
definitivamente no banheiro das meninas, então?" disse Hermione."Bem,
eu sei que abri a porta", disse Katie, "e eu suponho que alguém me
dominou justamente enquanto eu entrava. Depois disso minha memória está
branca até dois meses atrás em St. Mungos. Ouçam, é melhor eu ir, eu
não posso me atrasar na aula com McGonagall justamente no meu primeiro
dia de volta...".
Ela correu para apanhar a sua bolsa e se apressou
a alcançar seus amigos, deixando Harry, Rony e Hermione sentados diante
da mesa da janela e ponderando no que ela havia dito.
"Só pode ser uma garota ou uma mulher quem deu a Katie o colar", disse Hermione, "dentro do banheiro das meninas.".
"Ou
alguém que se parecia com uma garota ou uma mulher", disse Harry. "Não
esqueça, existia um caldeirão cheio de poção polisuco em Hogwarts.
Sabemos que alguém conseguiu roubá-la..."
E em seu pensamento ele observou uma parada de Crabbes e Goyles passando adiante, todos transformados em garotas.
"Eu acho. Eu vou tomar outra dose de Felix", disse Harry, "e eu vou até a Sala Precisa novamente.".
"Que
seria uma perda completa da poção", disse Hermione logicamente, pegando
a copia do livro de Feitiços de Syllabary que acabara de retirar de sua
bolsa. "Sorte só se pode conseguir as vezes, Harry. A situação com
Slughorn era diferente, você sempre teve habilidade para persuadi-lo,
você só precisava de um pouquinho de circunstâncias favoráveis. Sorte
não é suficiente se você tem um encantamento poderoso. Não vá
desperdiçar o resto da poção. Você vai precisar da maior sorte do mundo
se Dumblebore o levar junto com ele...". Ela abaixou sua voz a um
sussurro.
"Não podíamos fazer mais alguns?". Rony perguntou a Harry,
ignorando Hermione. "Eu acho ótimo ter um estoque dela... Que tal olhar
no livro..."
Harry puxou sua cópia de Poções Avançadas de sua bolsa, e olhou em cima de Felix Felicis
"Bom,
isso é realmente complicado" ele disse, correndo os olhos sobre a lista
de ingredientes. "e isso levará seis meses... Você tem que deixar
cozinhar..."
"Típico" disse Rony.
Harry estava a ponto de guardar
seu livro novamente, quando ele notou um canto de uma pagina dobrada,
desdobrando-a ele viu o feitiço Sectumsempra, e em baixo escrito: "para
os inimigos" que ele havia marcado algumas semanas antes. Ele ainda não
tinha encontrado o que fazer com isso, principalmente porque ele não
quis testar próximo a Hermione, mas ele estava considerando usar em
McLaggen na próxima vez que ele aparecesse diante deles.
A única
pessoa que não estava particularmente agradecida por ver Katie Bell
voltar à escola era Dean Thomas, porque ele não seria requerido para a
posição de artilheiro. Ele suspirou quando Harry lhe disse isso,
meramente soltou um grunhindo, mas Harry teve uma sensação diferente
enquanto se distanciava de Dean e Seamus..
Na quinzena seguinte,
Harry disse que viu o melhor treino de Quadribol desde que virou
Capitão. Seu time estava muito satisfeito com a saída de McLaggen,
felizes por ter Katie de volta, e eles estavam voando excepcionalmente
bem.
Gina não parecia transtornada com o rompimento com Dino, ao
contrário, ela era a vida e a alma do time. Suas imitações de Rony se
movendo ansiosamente para cima e para baixo diante dos aros como
goleiro, ou das ordens frias dadas por Harry a McLaggen antes de ser
nocauteado, tornava o treino muito divertido. Harry, sorrindo
juntamente com todos, estava contente por ter uma razão inocente para
olhar para Gina; e ele tinha recebido mais ferimentos durante os
treinos porque não conseguia manter seus olhos nos balaços.
A
batalha estava furiosa em sua cabeça: Gina ou Rony? Às vezes ele
pensava que após Lilá, Rony não iria se importar se ele convidasse Gina
para sair, mas então ele lembrou a expressão de Rony quando ele a viu
beijando Dino, e era certo que Rony consideraria uma traição se Harry
caminhasse de mãos dadas com Ginny. Contudo Harry não podia ajudar-se
conversando com Gina, rindo com ela, voltando do treino com ela,
entretanto sua consciência doeu demais, ele encontrou-se maravilhado
pensando em como poderia conseguí-la para si. Teria sido ideal se
Slughorn tivesse dado outra de suas pequenos festas, para Rony não
estar por perto - mas infortunadamente, Slughorn parecia tê-las
acabado. Uma ou duas vezes Harry considerou em pedir ajuda a Hermione,
mas ele não pensou como conseguiria olhar pra Hermione, vendo um olhar
satisfeito e acusador em seu rosto; como varias vezes via quando
Hermione o flagrava olhando para Gina ou rindo de suas piadas. E para
complicar o assunto, ele teve a irritante preocupação de que se não o
fizesse, um outro alguém convidaria Gina para sair em breve: ele e Rony
pelo menos concordavam para seu próprio bem, o fato de que Gina era
popular demais.
De toda a forma, a tentação de tomar outro gole de
Felix Felixis estava ficando mais forte durante o dia,e certamente era
um argumento para, segundo Hermione, "aproveitar as circunstâncias" Os
dias monótonos correram gentilmente em Maio, e Rony parecia estar
sempre no ombro de Harry quando ele via Gina. Harry descobriu que
apenas um golpe de sorte poderia de alguma maneira fazer com que Rony
ficasse feliz com o seu melhor amigo e sua irmã saindo, e os deixasse
sozinhos, ele junto dela mais do que alguns segundos. Nenhuma
oportunidade surgiu enquanto se aproximava o final do periodo com o
Torneio de Quadribol. Rony procurava falar de táticas com Harry todo o
tempo e não tinha pensamentos para mais nada.
Rony não era o único a
esse respeito; o interesse no jogo Grifinória-Corvinal estava correndo
extremamente rápido na escola, para o jogo que decidiria o Campeonato
das casas. Se Grifinória batesse a Corvinal por uma margem de trezentos
pontos ( um número alto, porém Harry nunca tinha visto seu time voando
melhor) então eles conseguiriam vencer o Campeonato. Se eles vencessem
por menos de trezentos pontos, eles ficariam em segundo após Corvinal,
se eles perdessem pela diferença de cem pontos ficariam em terceiro
atrás da Lufa-Lufa e se eles perdessem por mais de cem pontos, estariam
em quarto lugar e em lugar nenhum, e no pensamento de Harry, se eles
perdessem, a casa não iria esquecer que ele foi o Capitão da
Grinfinória e que a colocaria no fundo da tabela em dois séculos.
O
ponto crítico da partida tinha as mesmas características de sempre:
membros das casas rivais tentando intimidar os adversários nos
corredores; desagradáveis canções sobre um jogador individual,
ensaiados com a voz de passarinhos; os próprios membros das equipes
circulando ao redor para gozar de toda a atenção ou senão entrando em
banheiros e dando tiros para cima. De alguma maneira o jogo havia se
ligado inexplicavelmente ao êxito ou fracasso de seus planos com
Gina.Ele conseguia sentir que se eles vencesssem por mais de trezentos
pontos, nas cenas de euforia e a ótima e calorosa festa de comemoração
justamente com um saboroso trago de Felix Felicis talvez houvesse
alguma chance.E no meio de tantas preocupações, Harry não havia
esquecido sua outra ambição; descobrir o que Malfoy estava fazendo na
Sala Precisa. Ele ficava verificando o Mapa do Maroto, e ele não
conseguia localizar o local onde estava Malfoy, deduzindo que o mesmo
estava perdendo o seu tempo dentro daquela sala.
Embora Harry
perdesse as esperanças de descobrir o que acontecia dentro da Sala
Precisa, e continuando à tentar entrar sempre que estava na vizinhança
reformulando sempre seu pedido, a parede permaneceu firmemente fechada.
Alguns dias antes da partida contra a Corvinal, Harry encontrou-se
andando sozinho próximo a Sala Comunal, Rony estava fora em um banheiro
próximo para disparar para cima novamente, e Hermione não saindo do seu
normal foi ver o Professor Vector sobre um erro que ela pensou ter
cometido em seu último ensaio de Aritimancia. Mais por hábito do que
por qualquer coisa, Harry fez a sua usual tentativa no corredor do
sétimo andar, checando o Mapa do Maroto. Por um momento ele não
conseguiu localizar Malfoy em nenhum lugar e assumiu que ele estivesse
dentro da Sala Precisa novamente, mas então ele viu Malfoy
pequenininho, sobre um ponto no banheiro dos meninos no andar abaixo,
acompanhado, não por Crabbe ou Goyle, porém por Murta que Geme.
Harry
somente parou para olhar essa improvável dupla quando ele virou a
direita em um conjunto de armaduras. O alto ruído trouxe-o de volta de
seu devaneio; saindo da cena antes que Filch chegasse, dos pontos
tracejados na escada de mármore e ao longo da passagem abaixo. Fora do
banheiro, ele pressionou sua orelha de encontro à porta. Ele não podia
ouvir nada. Ele muito silenciosamente á abriu.
Draco Malfoy estava de costas para a porta, suas mãos agarravam os lados da pia, seus cabelos brancos-louros arqueados.
"Não!",
soou a voz da Murta que Geme de um dos cubículos. "Não... conte-me o
que está errado... Eu posso ajudá-lo...” “Ninguém pode me ajudar",
disse Malfoy. Seu corpo estava todo tremendo. "Não posso fazer isso...
Eu não posso... Não quero trabalhar... e a menos que eu faça logo...
ele disse que me matará...”.
E Harry observava, com um choque tão
grande que parecia enraizá-lo àquele ponto, aquele Malfoy chorando -
realmente chorando - lágrimas rolando sobre sua pálida face dentro da
pia. Malfoy tossiu e engasgou-se e então, com um grande suspiro, quando
olhou para a imagem no espelho rachado viu Harry parado olhando
fixamente para ele.
Malfoy olhou, puxando sua varinha.
Instintivamente, Harry puxou a sua. O feitiço de Malfoy errou Harry por
centímetros, quebrando a lâmpada ao lado de Harry na parede. Harry
jogou-se de lado no chão, pensando Levicorpus! E apontando sua varinha,
mas Malfoy bloqueou o feitiço e levantou sua varinha para outro...
"Não! Não" Parem com isso!”Guinchou Murta que Geme, sua voz ecoando
alto no alto de todo o andar”.Parem! PAREM!".
Houve um estrondo alto
e o escaninho atrás de Harry explodiu; Harry tentou um feitiço
Prende-Pernas para contra-atacar passando ao lado da orelha de Malfoy e
esmagando a cisterna abaixo de Murta que Geme, que gritava
escandalosamente alto; água jorrou por todo o lado e Harry deslizou
enquanto Malfoy, de face retorcida, gritou "Cruci-"
"SECTUMSEMPRA!" Gritou Harry do assoalho, agitando sua varinha descontroladamente.
O
sangue jorrou do rosto e do peito de Malfoy como se ele tivesse sido
chicoteado ou cortado por uma espada invisível. Ele balançou para trás
e caiu no assoalho com um grande respingo de água, sua varinha caindo
brandamente de sua mão direita. "Não ..." engasgou-se Harry.Deslisando
e desconcertado, Harry colocou e mergulhou seus pés em direção a
Malfoy, cujo rosto brilhava em vermelho escalate, suas mãos brancas
embebidas em sangue em seu peito. "Não, Eu não queria...” ·Harry não
sabia o que dizer. Ele caiu de joelhos ao lado de Malfoy, que estava se
agitando descontroladamente banhado pelo próprio sangue. Murta que Geme
soltou um grito alto e descontrolado: "ASSASSINATO! ASSASSINATO NO
BANHEIRO! ASSASSINATO!"
A porta bateu atrás de Harry que ergueu os
olhos, estarrecido: Snape havia entrado no banheiro, com a face lívida.
Empurrando Harry de lado, ajoelhou-se ao lado de Malfoy, pegou sua
varinha, e lançou um feitiço sobre as profundas feridas que Harry tinha
provocado, sussurrando um feitiço que soou quase como uma canção. O
fluxo de sangue pareceu diminuir, Snape limpou o resíduo que tinha
sobre a face de Malfoy e repetiu o feitiço.Agora as feridas pareciam
que faziam pontos.
Harry permaneceu observando, horrorizado com o
que havia feito, pouco ciente de que estava embebido em sangue e água.
Murta que Geme permaneceu gemendo e chorando logo acima. Enquanto Snape
estava executando um contra-feitiço pela terceira vez, a meia-vida de
Malfoy permaneceu na mesma posição.
"Você necessita de ala
hospitalar. Pode haver certa quantidade de marcas e cicatrizes, mas se
você tomar ditany imediatamente pode ser que até isso evitemos...
Venha...”.
Ele apoiou Malfoy através do banheiro, voltando-se para a
porta para dizer em uma voz furiosa e fria, "E você, Potter... E você
espera por mim aqui”.
Não ocorreu nem por um segundo a Harry em
desobedecer. Ele levantou-se lentamente, andou olhou abaixo o assoalho
molhado. Ali havia manchas de sangue flutuando como flores de carmesim
sobre a sua superfície. Não poderia nem mesmo contar com a Murta que
Geme para ficar quieta, e ela continuava lamentando com prazer cada vez
mais evidente.
Snape retornou dez minutos depois. Ele parou dentro do banheiro e fechou a porta atrás de si.
"Vá!", ele disse a Murta, e ela mergulhou dentro de seu vaso de uma vez, deixando um silêncio soando atrás dela.
"Eu
não sei o que aconteceu", disse Harry por um momento. Sua voz ecoou no
vazio, aquoso espaço. "Eu não sabia o que esse feitiço faria."
Mas
Snape ignorou isso. "Aparentemente eu superestimei você, Potter", ele
disse calmamente. "Quem diria que você conhecia tal feitiço das Artes
das Trevas? Quem lhe ensinou esse feitiço?”.
"Eu... li sobre ele em algum lugar".
"Onde?”.
"Eu o li... em um livro na biblioteca", inventou Harry. "Eu não consigo recordar como ele se chamava...”!
"Mentiroso",
disse Snape. A garganta de Harry ficou seca. Ele sabia o que Snape
estava fazendo e ele nunca tinha conseguido impedi-lo...
O banheiro
pareceu nublar-se diante de seus olhos. Ele tentou bloquear com toda a
força de seu pensamento, mas a metade da cópia do livro do Princípe
Mestiço avançava nadando nebulosa do fundo de sua mente.
Então
estava olhando para Snape novamente, no meio da destruição, no banheiro
molhado. Olhou fixamente nos olhos negros de Snape, esperando
esperançosamente que Snape não visse o que temia, mas...
"Traga-me sua mala escolar", disse Snape suavemente, "e todos os seus livros escolares. Todos eles. Traga-os aqui. Agora!”.
Não
havia nenhum ponto para discutir. Harry girou uma vez e saiu fora no
corredor, e foi rapidamente para a Torre da Grifinória; a maioria do
povo estava andando por outro caminho, ele todo molhado, encharcado de
água e sangue, mas não respondeu sobre nenhuma pergunta que lhe fizeram
enquanto ele passava.
Ele se sentia atordoado; era como se um animal
de estimação tivesse retornado totalmente selvagem; em que o Príncipe
tinha pensado para transcrever tal encanto em seu livro? O que
aconteceria quando Snape o visse? O que diria ao Slughorn - Harry tinha
seu estômago revirado - como tinha alcançado tão bons resultados em
Poções durante o ano inteiro? Ele confiscaria e destruiria o livro que
tinha ensinado tanto a Harry o ano inteiro? ... O livro havia se
tornado uma espécie de guia e amigo? Harry não podia deixar isso
acontecer,... Não podia...
"Onde você estava? Porquê você está
ensopado? E esse sangue?". Rony estava parado no alto das escadarias,
olhando fascinado, o aspecto de Harry.
"Eu preciso de seu livro", Harry arquejou. "Seu livro de Poções. Rápido... me de ele...”
"Mas e o do príncipe—”
"Eu explicarei depois!”
Ron
tirou seu livro de Poções Avançadas da bolsa e entregou; Harry correu
para o salão comunal. Aqui, pegou sua mochila ignorando os olhares
assustados dos alunos que já tinham terminado o jantar, se atirou pelo
buraco do retrato, e correu ao longo do corredor do sétimo andar.
Ele deslizou por uma parede ao lado da tapeçaria dos duendes dançantes, e fechando os olhos começou a caminhar.
Eu
preciso de um lugar para esconder meu livro... Eu preciso de um lugar
para esconder meu livro... Eu preciso de um lugar para esconder meu
livro...
Ele passou três vezes para cima e para baixo da parede
branca. Quando abriu seus olhos, estava lá enfim: a porta para a Sala
Precisa. Harry puxou para abrir, e se lançou para dentro, batendo a
porta.
Ofegou. Apesar da sua pressa, do seu pânico, do medo do que o
esperava quando voltasse ao banheiro, não poderia se intimidar pelo que
estava vendo. Ele estava em um quarto do tamanho de uma catedral
grande, cujas janelas eram altas e enviavam feixes de luz para baixo, o
que parecia uma cidade com paredes imponentes, construídas, pelo que
Harry soube, por objetos de gerações antepassadas de Hogwarts.
Haviam
becos e estradas limitadas por pilhas de mobílias estragadas e
quebradas, guardadas ali, talvez, para esconder magias mal-feitas, ou
então por elfos domésticos orgulhosos. Havia milhares e milhares de
livros, que sem duvida eram roubados, rabiscados ou proibidos. Havia
catapultas aladas e Frisbees Dentados, alguns, com vida o suficiente
para pairar sobre as montanhas de outras coisas proibidas; Haviam
garrafas de poções congeladas, chapéus, jóias, capas; algo que parecia
cascas de ovo de dragão, garrafas arrolhadas cujos conteúdos ainda
brilhavam, várias espadas enferrujadas e um machado pesado, manchado de
sangue.
Harry se apressou adiante de um dos becos entre todos esses
tesouros escondidos. Ele virou a direita após um enorme duende gigante,
correu por um curto caminho, tomou a esquerda no armário de
Desaparecimento quebrado, no qual Montague perdeu-se no ano anterior,
parando finalmente ao lado de um armário grande que parecia ter ácido
jogado sobre a superfície embolorada. Ele abriu o armário, rangendo as
portas: já tinha sido usado como esconderijo para alguma jaula que
morreu há muito tempo; seu esqueleto tinha cinco pernas. Ele colocou o
livro do Príncipe Mestiço escondido atrás da gaiola e bateu a porta.
Ele parou por um momento, seu coração batendo horrivelmente,
contemplando toda desordem ao redor... . Ele poderia achar este local
novamente entre toda essa tranqueira? Ele prendeu o busto lascado de um
feiticeiro velho em cima de um engradado, colocou em pé sobre o armário
que o livro estava escondido, empoleirou uma peruca velha e uma tiara
manchada na cabeça de estátuas deixando mais distintivo, então voltou
pelos becos de tranqueiras escondidas tão rápido quanto ele chegou,
voltou para porta, saiu para o corredor e a porta atrás dele voltou-se
imediatamente à virar pedra.
Harry correu para o banheiro do andar
de baixo, colocando a copia de Poções Avançadas de Ron dentro da
mochila. Um minuto depois, ele estava em frente a Snape que esticou a
mão em direção a mochila de Harry. Harry lhe entregou, arquejando, uma
dor queimava em seu peito e esperou.
Um por um, Snape extraiu os
livros de Harry e examinou. Finalmente, o único que restava era o livro
de Poções, que ele olhou muito cuidadosamente antes de falar.
"Este é seu livro de Poções Avançadas, Potter?”
"Sim", disse Harry, ainda tomando fôlego.
"Você esta certo disso, está, Potter?"
"Sim" disse Harry desafiante.
"Este é o livro de Poções Avançadas que você comprou da Floreios e Borrões?"
"Sim" disse Harry firmemente.
"Então por que" perguntou Snape, "tem o nome 'Roonil Wazlib' escrito dentro da contra-capa?”
O coração de Harry perdeu uma batida.
"É meu apelido" ele disse.
"Seu apelido" Snape repetiu. "Sim... é assim que meus amigos me chamam" disse Harry.
"Eu
sei o que é um apelido" disse Snape. O frio dos seus olhos pretos eram
enfadonhos e marcavam Harry novamente; ele tentou não olhar. Feche sua
mente... Feche sua mente... Mas ele nunca tinha aprendido a fazer isto
corretamente...
"Sabe o que eu acho, Potter?” Disse Snape, muito
calmamente. "Eu acho que você é um mentiroso e fraudulento que merece
detenção comigo todos os sábados até o fim do ano. O você acha, Potter?”
"Eu—eu não concordo, senhor" disse Harry, ainda recusando olhar nos olhos de Snape.
"Bem,
nós veremos como você sente depois de suas detenções”, disse Snape.
"Sábado de manhã às dez horas, Potter. Meu escritório."
"Mas senhor..." disse Harry, observando desesperadamente. "Quadribol... ultima partida...”
"Dez
horas" sussurrou Snape, com um sorriso que mostrou os dentes amarelos
dele. “Pobre Grifinória... quarto lugar este ano, eu temo...”
E
deixou o banheiro sem mais palavras, deixando Harry fitar o espelho
quebrado sentindo-se doente, como ele tinha certeza, que Ron nunca
tinha sentido na vida dele.
"Eu não vou falar ‘eu te disse", disse Hermione, uma hora depois no salão comunal.
"Deixe-o, Hermione" disse Ron furiosamente.
Harry
nunca fez isso no jantar; ele não tinha apetite algum. Ele tinha há
pouco contado a Ron, Hermione e Gina, o que tinha acontecido, não que
parecia ter necessidade. As noticias correram rápido: Murta que Geme
aparentemente tinha visitado todos banheiros contando a história;
Malfoy já tinha sido visitado na ala hospitalar por Pansy Parkinson que
não perdeu tempo em caluniar Harry de longe, e Snape contou
precisamente a todos o que havia acontecido.
Harry já tinha sido
chamado ao salão comunal para suportar quinze minutos altamente
desagradáveis na companhia da Professora McGonagall, que lhe dizia como
ele tinha sorte em não ter sido expulso e apoiou sinceramente o castigo
que Snape lhe deu, de cumprir detenção todos os sábados até o final do
período.
"Eu lhe falei que havia algo errado com a pessoa do
Príncipe," disse Hermione, evidentemente incapaz de se parar. "E eu
tinha razão, não tinha?."
"Não, eu não penso que você tem," obstinadamente Harry disse.
Ele
estava tendo um tempo o suficiente ruim sem precisar do que Hermione
dizia; os olhares nos rostos do jogadores do time da Grinfinória quando
ele tinha lhes falado que não poderia jogar no sábado, foi o pior
castigo de tudo. Ele poderia sentir os olhos de Ginny nele, mas não os
encontrou; não queria ver decepção ou raiva lá. Ele tinha há pouco lhe
falado que ela estaria jogando como apanhadora no sábado e aquele Dino
Thomas estaria se reunindo ao time como Artilheiro no lugar dela.
Talvez, se eles ganhassem, Ginny e Dino fariam as pazes durante a
euforia das comemorações. . . . O pensamento passou por Harry como uma
faca fria. . . .
"Harry" disse Hermione," como você ainda tolera aquele Principe depois que ele escreveu aquele feitiço—"
"Para
de falar sobre o livro!" Interrompeu Harry. "O Príncipe só copiou isto
na margem! Não é como se ele estivesse aconselhando qualquer um para
usar o feitiço! Tudo que nós sabemos, é que ele estava fazendo uma nota
de algo que tinha sido usado contra ele!"
"Eu não acredito nisto," disse Hermione. "Você está realmente o defendendo...—
"Eu
não estou me defendendo do que fiz!" disse Harry depressa. "Eu queria
que não tivesse feito isto, e não é só porque eu tenho uma dúzia de
detenções. Você sabe que eu não teria usado um feitiço assim, nem mesmo
em Malfoy, mas você não pode culpar o Príncipe, ele não escreveu:
‘experimente isto, é realmente bom'—ele estava fazendo notas para si
próprio, ele não estava fazendo para um outro qualquer. . . ."
"Você está me falando," disse Hermione," que você vai voltar e...—?"
"E
pegar o livro? Sim, eu vou," disse Harry vigorosamente. "Escute, sem o
Príncipe eu nunca teria ganhado o Felix Felicis. Eu nunca teria sabido
salvar o Ron quando ele estava envenenado, eu nunca teria —"
"—adquirido uma reputação brilhante em Poções, ao qual você não merece," disse Hermione sordidamente.
“Dá
um tempo, Hermione!” – disse Gina, e Harry estava tão maravilhado, tão
agradecido, que olhou pra cima. “Pelo som, Malfoy estava tentando usar
uma Maldição Imperdoável, você deveria estar feliz por Harry ter tirado
algo bom da manga!”
“Bem, claro que eu estou feliz de Harry não
ter sido amaldiçoado!” – disse Hermione, claramente estarrecida. “Mas
você não pode dizer que aquele feitiço “Sectumsempra” seja bom, Gina,
olhe onde ele o jogou! E eu tenho pensado, vendo o que isso acabou com
suas chances no jogo...”
“Oh, não comece como se você entendesse de Quadribol”, - escapou Gina, “você só se atrapalha.”
Harry
e Ron se encararam: Hermione e Gina, que sempre havia se dado muito bem
uma com a outra, estavam agora sentadas com os braços cruzados,
claramente em direções opostas. Ron olhou nervosamente para Harry, e
então agarrou um livro por acaso e escondeu-se atrás dele. Harry, de
alguma maneira, achou que ele sabia que merecia isso, mas sentiu-se
inacreditavelmente alegre, mesmo que nenhum deles tenham se falado pelo
resto da tarde.
Sua alegria porém, durou pouco. Eles teriam
de aturar a zombaria da Sonserina no dia seguinte, sem mencionar na
raiva dos companheiros da Grinfinória, que estavam infelizes porque seu
capitão havia sido expulso do jogo final da temporada. Na manhã de
sabado, o que quer que seja que Harry disse a Hermione, Harry teria
trocado alegremente todos os Felix Felicis do mundo para estar se
encaminhando para a quadra de Quadribol com Ron, Gina e os outros.Era
praticamente insuportável fugir da massa de alunos que corriam em
direção ao sol, todos eles vestindo chapéus e agitando bandeiras e
cartazes - , descer os degraus de pedra e entrar dentro das masmorras
onde ouvir os sons da multidão era quase impossível, sabendo também que
não poderia ouvir um comentário sequer ou um aplauso ou vaia.
"Ah,
Potter," disse Snape, quando Harry bateu em sua porta e entrou na
desagradável e familiar sala na qual Snape, que estaria lecionando em
outro andar , ainda não havia liberado; era repugnante ver os mesmos
seres mortos submersos em poções coloridas distribuídas em todas as
estantes. Obviamente haviam várias caixas empilhadas na mesa onde Harry
supostamente deveria sentar-se; pela áurea, Snape daria um tedioso,
difícil e obtuso trabalho para ele.
"Sr. Filch estava procurando
alguém para limpar estes arquivos antigos," disse Snape suavemente.
"Eles são as relíquias dos malfeitores de Hogwarts e seus castigos.
Onde a tinta borrou, ou onde há pedaços de pergaminhos comidos pelos
ratos, nós gostaríamos que você copiasse os crimes e punições e, tendo
certeza de que eles estejam em ordem alfabética, colocasse nestas
caixas . Você não está autorizado a usar magia.
"Certo, Professor," disse Harry, com tanto desprezo quanto ele poderia pôr nas últimas três sílabas.
"Eu
pensei que você poderia começar," disse Snape, com um sorriso malicioso
nos lábios, "Nas caixas de numero 1020 a 1056. Você irá encontrar
alguns nomes familiares dentro, o que poderá aumentar seu interesse no
trabalho...Você verá.....”
Ele tirou uma carta entre as caixas
que estavam no topo e leu: "James Potter e Sirius Black. Apreendidos
usando um feitiço ilegal em Bertram Aubrey. Aubreys tinha o dobro do
tamanho normal. Dupla detenção." Snape riu. "Deve ser muito
reconfortante, pensar que eles foram, um recorde permanentemente em
nosso arquivos.”
Harry sentiu a sensação familiar de seu
estomago estar borbulhando. Mordendo sua língua para prevenir uma
futura retaliação, ele sentou de frente para as caixas e se encostou em
outra.
Era, como Harry já previra, o mais chato, e inútil
trabalho, já feito (como Snape havia planejado). Com a usual pontada no
estômago, - o que significava que ele acabara de ler o nome de seu pai
ou de seu padrinho, usualmente metidos em diversas confusões,
ocasionalmente acompanhados por Remus Lupin e Peter Pettigrew. -
enquanto ele copiava todas as suas ofensas e punições, ele queria saber
o que estava acontecendo lá fora, o jogo já deveria ter começado . . .
Gina como apanhadora contra Cho...
Harry olhava de tempos em
tempos para o relógio pendurado na parede. Parecia estar se movendo
muito mais devagar que um relógio normal ; talvez Snape o tivesse
enfeitiçado para que ele fosse mais devagar? Ele não poderia estar ali
por apenas meia hora... uma hora ... uma hora e meia . . .
O
estomago de Harry começou a revirar quando o relógio marcou quinze para
o meio dia. Snape, que não falou nada desde que deu a Harry sua tarefa
, finalmente se levantou às dez para uma.
"Faremos o seguinte,"
ele disse friamente. "Marque o lugar de onde parou. Você irá continuar
às dez horas no próximo sábado” Sim, senhor.
Harry colocou uma
carta para marcar de onde havia parado e saiu correndo pela porta antes
que Snape pudesse mudar de idéia, correndo pelos corredores, apertando
os ouvidos para tentar escutar alguma coisa sobre o jogo, mas tudo
estava quieto...., já havia terminado.
Ele hesitou um momento
fora do lotado Salão Principal, depois correu pela escadaria, se
Grinfinória tivesse ganhado ou perdido , eles usualmente celebravam ou
choravam na sua própria sala comunal.
"Quidagis?" ele disse tendencioso para a Mulher Gorda, pensando no que poderia ter dentro.
Sua expressão era ilegível, ela disse: "Você verá..."
E ela virou o quadro.
Um
som de celebração eclodiu atrás dela. Harry parou quando as pessoas
começaram a gritar atrás dele, ele foi carregado pela multidão.
"Nós
vencemos!" gritou Ron, puxando o para dentro da sala e agitando a Taça
de Prata para Harry. "Nós vencemos! Quatrocentos e cinqüenta a cento e
quarenta! Nós ganhamos!"
Harry olhou a sua volta; Gina estava
correndo em sua direção; ela tinha um largo sorriso no rosto quando se
jogou em seus braços. E sem pensar, sem planejar, sem se preocupar com
o fato de ter 50 pessoas em volta .Harry a beijou.
Depois de um
longo momento — que lhe pareceu mais ou menos uma meia hora — ou
possivelmente varias manhãs de sol— eles se separaram. A sala estava
muito silenciosa. Mas então várias pessoas assobiaram e começaram a dar
uma série de risadas nervosas. Harry olhou por cima da cabeça de Ginny
para ver Dean Thomas segurando um copo quebrado em sua mão, e Romilda
Vance olhando como se fosse atirar alguma coisa. Hermione estava
radiante, mas Harry estava procurando Rony com os olhos. Finalmente
Harry o encontrou, ainda segurando a taça, e com uma expressão
apropriada de quem tinha levado uma pancada na cabeça. Durante uma
fração de segundo eles se olharam, e Rony deu um pequeno aceno com a
cabeça, que Harry entendeu significar; Bem – se você quer...
A
criatura em seu peito rugiu em triunfo, ele sorriu para Ginny e
indicou, silenciosamente o lado de fora do buraco do retrato. Um longo
passeio pela propriedade parecia conveniente, durante o qual - SE eles
tivessem tempo – eles poderiam discutir a partida.